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Nova inspetoria do CREA em Lafaiete promete evidenciar papel do Conselho

Eleito pelos profissionais de engenharia, agronomia e geociências de Conselheiro Lafaiete, o engenheiro civil Túlio Dutra estará à frente da Inspetoria do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG) pelos próximos três anos como inspetor-chefe local. No processo consultivo, realizado no dia 1º de outubro de 2020, também foram eleitos o engenheiro de minas, Jackson Weser de Souza para inspetor-secretário e o engenheiro civil, Paulo Afonso Mello Rodrigues Sarmento, para inspetor-tesoureiro.

Túlio Dutra Antônio, novo inspetor-chefe do CREA em Lafaiete
Túlio Dutra é o inspetor-chefe do CREA em Lafaiete

Nascido e criado em Conselheiro Lafaiete, Túlio, de 57 anos, vai coordenar as ações da Inspetoria, que é responsável por 12 municípios da região. O engenheiro, que está em seu segundo mandato, explica que o foco da gestão é desenvolver um bom trabalho em prol da engenharia na cidade. “Nossa proposta é valorizar a engenharia, dando apoio ao profissional, ao estudante de engenharia e ao cidadão”, garantiu. O inspetor reforça ainda que é preciso divulgar as ações do Crea-MG, mostrando para a sociedade a importância da atuação do Conselho na fiscalização das atividades que envolvem a engenharia, a agronomia e as geociências.

 O presidente do Crea-MG, engenheiro civil Lúcio Borges, cuja primeira gestão teve como uma de suas marcas a interiorização, garante que gestores públicos municipais e privados, e a população em geral, podem ter certeza de que essa política de proximidade vai continuar e será fortalecida. “Temos um compromisso de diálogo com os profissionais e com suas inserções cada vez maiores no dia a dia, na vida das cidades e das pessoas, sempre em prol do bem comum. E nada nos moverá disso”, afirma Lúcio Borges.

 Atuação

O Crea-MG verifica e fiscaliza o exercício e as atividades de engenharia, agronomia, geologia, geografia e meteorologia, amparado pela Lei Federal 5.194/1966. A função do Conselho é defender a sociedade da prática ilegal das atividades técnicas, exigindo a presença de profissionais legalmente habilitados, com atribuições específicas, na condução dos empreendimentos das áreas da engenharia, da agronomia e das geociências.

 

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