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PM conscientiza população sobre ações preventivas ao COVID-19

Comandante Eduardo integra o comitê de crise em Lafaiete

Desde que foram implantadas as primeiras ações preventivas à disseminação do novo coronavírus, a Polícia Militar vem atuando de forma intensiva junto à comunidade.

Conforme o comandante do 31º Batalhão, Tenente-Coronel Jardel Eduardo da Silva, o objetivo inicial é garantir a ordem pública, a  preservação patrimonial e a integridade física dos cidadãos: “Essa atuação tem ocorrido por meio dos comitês de gestão integrada criado pelos diversos municípios incluídos na área do 31º Batalhão. Como comandante da unidade, participamos do comitê formado em Conselheiro Lafaiete, enquanto, nas demais 23 cidades, a coordenação cabe aos respectivos comandantes de frações”.

Conforme explicou o Tenente-Coronel Eduardo, a função dos comitês é agilizar a adoção integrada de decisões responsáveis buscando maior efetividade na solução de problemas relacionados à pandemia do novo coronavírus.

Ações da PM têm aceitação positiva das comunidades

Nas pequenas cidades, viaturas equipadas com megafones estão percorrendo as ruas e transmitindo mensagens que recomendam o isolamento social. Nos municípios de maior porte, o mesmo trabalho é realizado com equipamentos de som mais potentes disponibilizados por entidades públicas e do segmento comercial. Por meio dessas orientações, a PM esclarece à população sobre a necessidade de evitar ambientes de aglomeração como garantia de preservação da própria saúde e da própria vida.

Comércio

Por fim, o comandante esclareceu como tem sido a atuação dos militares na fiscalização de estabelecimentos comerciais que deveriam estar fechados por força de decretos estaduais e municipais: “A atuação da Polícia Militar é preventiva e de orientação. Não é competência específica da PM aplicar multas; essa atribuição é da autoridade sanitária das prefeituras. Contudo, é preciso alertar que existe crime previsto para quem desobedece uma determinação da Vigilância Sanitária, expondo com sua conduta a coletividade ao risco de contágio. Havendo resistência por parte do cidadão ou estabelecimento comercial em acatar as orientações de fechamento ou restrição ao trabalho da Vigilância Sanitária, a polícia pode adotar as providências penais cabíveis, chegando, até mesmo, a decretar a prisão do infrator”, frisou o comandante do 31º Batalhão.

 

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