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Vereadores voltam a criticar a saúde em Lafaiete

BhA Câmara de Vereadores de Conselheiro Lafaiete iniciou o último ano da atual Legislatura elevando consideravelmente o tom das críticas à Administração Municipal. A saúde tem sido o alvo preferencial das cobranças e dos pedidos de solução. Na Sessão Ordinária da última quinta-feira (06/02), diversos parlamentares fizeram uso da “Palavra Franca” para apontar falhas crônicas de resolução aparentemente fácil que comprometem a eficiência no atendimento.

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Novamente indicado para compor a Comissão de Saúde da Casa, o vereador José Lúcio Barbosa (PSDB) argumentou que não adianta ampliar o número de postos de saúde e não equipar as novas instalações, bem como as já existentes, com a aparelhagem e o pessoal necessário ao seu bom funcionamento. Como exemplo, ele citou a cidade vizinha de Carandaí, onde foram inauguradas sete unidades básicas de saúde nos últimos três anos, todas adequadamente instrumentalizadas e com equipes completas de médicos, psicólogos e dentistas.

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As precárias acomodações dos postos de saúde em Lafaiete foram citadas pelo vereador Carlos Nem (PSD), que lembrou o absurdo de ainda haver bebedouros que sequer foram retirados das embalagens, esperando há mais de um ano para serem instalados. Ele citou particularmente o posto do bairro Museu, cuja parte externa estaria encoberta por uma moita de capim. A situação chamou a atenção do parlamentar porque a unidade de saúde funciona em imóvel próprio, o que, ao menos teoricamente, tornaria a manutenção menos burocrática. Porém, ao questionar a administração, Carlos Nem ouviu como resposta que não há roçadeira disponível para fazer a capina.

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Policlínica

A demora do atendimento na Policlínica Municipal foi testemunhada pelo vereador Pedro Américo (PT), que esteve na unidade de urgência na semana passada e constatou pessoalmente o desconforto causado pela morosidade aos pacientes e seus acompanhantes. Segundo o parlamentar, ainda há médicos que negligenciam o trabalho na Policlínica e profissionais que foram flagrados dormindo em pleno horário de plantão. Pedrinho concluiu sua fala fazendo uma denúncia grave: segundo ele, uma paciente idosa teria morrido na emergência da Policlínica em razão da falta de um respirador para que ela pudesse receber ventilação mecânica; o único aparelho que não se encontrava em uso estaria quebrado.

 

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