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Prefeito espera mudanças no Minas Consciente

A Prefeitura de Conselheiro Lafaiete aguarda com expectativa os resultados práticos da consulta pública feita pelo governo do estado com o objetivo de promover mudanças no plano “Minas Consciente”. Em entrevista ao “Boletim Coronavírus” da rádio Carijós, o prefeito Mário Marcus afirmou que é chegado o momento de conciliar as ações voltadas à preservação da saúde (partindo-se da percepção de que será preciso conviver com a pandemia ainda por longo tempo) e a flexibilização gradual da atividade econômica.

Mudança do plano
Prefeito questionou a estagnação de Lafaiete no Minas Consciente
Prefeito questionou a estagnação de Lafaiete no Minas Consciente

Segundo Mário Marcus, a mudança de postura do “Minas Consciente” começou a partir da reação da Macrorregional Centro-sul de Saúde, da qual Lafaiete faz parte: “Ficamos indignados no momento em que fomos obrigados a retroagir para a onda verde, pois tínhamos índices que nos projetavam avançando para a onda amarela. Acendemos essa discussão no âmbito estadual e mostramos que o programa precisava de reformulação para que não fosse cometida injustiça com alguns segmentos e atividades comerciais”.

Durante a entrevista, Mário Marcus explicou que o questionário foi respondido conjuntamente e encaminhado ao estado, refletindo os anseios da saúde e do setor produtivo lafaietenses: “O Comitê de Enfrentamento à covid-19 nomeou uma comissão constituída por três representantes das entidades comerciais, três da prefeitura e o presidente do Conselho Municipal de Saúde. A proposta final, encaminhada pela Prefeitura ao “Minas Consciente”, foi elaborada de comum acordo. Obtivemos o consenso de que as atividades que estão na onda amarela não representam risco de aumento do fluxo de pessoas nas ruas, podendo, portanto, integrar a onda branca ou que se faça a abertura imediata da amarela”.

 Reabertura

Mário Marcus também manifestou a opinião de que bares, restaurantes e padarias já poderiam voltar a prestar atendimento presencial para o fornecimento de lanches e refeições, desde que atendendo em horários reduzidos e seguindo protocolos específicos. Ainda segundo o prefeito, salões de beleza e barbearias deveriam ser considerados serviços essenciais ao invés de estarem inseridos na onda amarela.

Por fim, o prefeito disse que foi defendida maior agilidade na liberação da abertura das academias de ginástica com a inclusão do setor em ondas mais próximas da flexibilização e mediante a exigência do cumprimento de protocolos de higienização e preservação da saúde. Todas estas foram sugestões formalizadas por Conselheiro Lafaiete ao responder ao questionário de reformulação do programa “Minas Consciente”.

Leia também: Comércio de Lafaiete propõe mudanças ao programa “Minas Consciente”.
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