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Caso Daniel: Assassino usou celular de homem assassinado para dar pêsames à família do jogador

Edison Brittes O suspeito de matar o jogador Daniel Freitas, Edison Brittes Júnior, usou um celular que pertence a um homem assassinado em 2016 para ligar para a família do jogador e dar os pêsames, segundo o promotor de Justiça do Ministério Público do Paraná (MP-PR), João Milton Sales.

De acordo com o promotor, o dono do celular usado por Edison foi morto em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, mesma cidade onde Daniel foi assassinado.

“Quem anda com o celular de um morto?”, questionou o promotor em entrevista ao Boa Noite Paraná, da RPC, na noite de sábado 10/11. Segundo o promotor, o dono do celular foi assassinado em São José dos Pinhais, mesma cidade em que o corpo de Daniel foi encontrado.

Além do celular de origem duvidosa, João Milton Sales ainda tem questionamentos a respeito da moto ostentada pelo casal nas redes sociais. “Ninguém fica andando com uma moto de um patrão do tráfico sem o consentimento dele, né?” indagou o promotor Milton Sales. Edison também poderá ser investigado por estas outras situações.

Depoimento

Para esta segunda-feira 12/11 estão previstos os depoimentos do último indiciado, Eduardo Henrique Ribeiro, 19, primo de Cristiana, preso em Foz do Iguaçu, cidade onde mora. Depois, a polícia deverá seguir com as oitivas de testemunhas ainda não ouvidas para, então, concluir o inquérito ou pedir prorrogação de mais trinta dias.

Fonte: Banda B e G1

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