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Lafaiete

SINE de Lafaiete adota horário especial para atendimento ao público

Paulo Henrique coordena o Sine de Lafaiete

Mesmo com a estagnação econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus, a preocupação de muitos brasileiros é encontrar emprego e ter a garantia de que estará trabalhando quando as medidas de isolamento social forem suspensas. Contudo, mesmo as empresas de grande porte precisaram adequar os turnos de trabalho e praticamente não estão fazendo novas contratações.

A avaliação foi feita pelo diretor da unidade do Sistema Nacional de Empregos em Conselheiro Lafaiete, Paulo Henrique Rodrigues de Lima, que espera que as admissões sejam retomadas e a oferta de vagas se normalize assim que a vida voltar ao normal no país. Até lá, Paulo Henrique aconselha as pessoas a aproveitar o período de confinamento doméstico para se qualificar, escolhendo entre os  diversos cursos oferecidos gratuitamente e aplicados à distância com auxílio da internet.

Seguro-desemprego

Obedecendo o que determinam os decretos municipal e do governo do estado, a unidade local do SINE suspendeu temporariamente o serviço de intermediação de mão de obra. No momento, conforme ressalta o diretor do SINE Lafaiete, somente estão sendo recebidos os pedidos do seguro-desemprego. Ainda assim, o ideal é que o trabalhador dispensado tente dar entrada no seguro virtualmente, utilizando a carteira digital ou acessando o portal Emprega Brasil: https://empregabrasil.mte.gov.br/

Ainda de acordo com Paulo Henrique Lima, a solicitação do seguro-desemprego doméstico e especial ainda não pode ser feita através dos meios eletrônicos. Neste caso, é preciso procurar a unidade mais próxima do SINE para fazer o pedido.

O trabalhador que não tiver acesso à internet ou não dominar aplicativos e ferramentas online, ainda pode comparecer pessoalmente à unidade do SINE Lafaiete, que permanece aberto de segunda a sexta-feira em horário especial: 8h às 14h. Paulo Henrique Lima salientou que, por enquanto, não tem havido aglomeração de trabalhadores à procura de orientação; a fila de espera reúne, no máximo, três ou quatro pessoas, o que favorece o respeito à distância entre cada uma recomendada pelas autoridades de saúde. Mas, ele ressalta que só devem comparecer ao local pessoas que necessitem dos serviços com urgência.

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